Arquivo para Abril, 2008

Apenas uma Vez

Cara, pode não parecer, mas eu sou completamente apaixonado por filmes que falam sobre relacionamentos com sensibilidade. O quê?! Tá pensando que só por que eu sou um lanterninha, só curto filmes de comédia, terror e ação? Nada disso! Não subestime a classe. Adoro filmes de “amor” e quando um consegue tocar no assunto com tanta sutileza, desligo minha lanterna no fim da sessão e não me acanho em aplaudir.

O filme em questão se chama Apenas uma Vez (Once, 2006) e, olha, é bonitinho! Conta a história de um carinha que vive do concerto de aspiradores de pó, com seu pai, e dos trocados que tira tocando canções nas ruas de Dublin. O problema é o seguinte: o cara tá na fossa. A namorada o deixou e ele vive mergulhado em uma melancolia de dar pena. Mas não é que o mundo dá voltas! E em uma dessas voltas, uma garota o vê tocar. Daí em diante, a música une os dois, motivando inclusive a bela moça, que toca piano e também canta, a dar um empurrão na carreira do rapaz.

Como deu pra ver, o filme tem uma historinha bem simples, mas contada com toda complexidade que merece. Gravado em câmera digital (dando mais autenticidade à história), ele toca por vermos em detalhes o exato momento em que, ao conhecermos alguém realmente especial, nos pegamos apaixonados.

É, mas para um filme como esse dar certo, o desafio é encontrar um casal que se entenda muito bem na tela. E o que não falta é química entre Glen Hansard e Markéta Irglová, os dois protagonistas que, além de atores, também são músicos na vida real. Seus personagens são ótimos e eles não decepcionam. Outra coisa que não decepciona é a trilha sonora. Se você gosta de músicas que falem de amor e melancolia, vai correr para baixar na internet quando chegar em casa.

Lanterninha.

Viaja mais!

Eu vi na TV e não acreditei. Aí olhei na internet e acreditei! Velhinhos: comemorem!!! Vocês agora podem viajar pelo país pagando meia!

Avisem aos seu avós e tatatatataravós: quem tiver mais do que 60 anos, ou seja aposentado ou pensionista, tem direito a viajar pelo país pagando a metade do valor de tabela cheia! Essa foi uma boa iniciativa do Governo para fortalecer a inclusão social do idoso. Até porque quando se está velho, o grande lance é viajar e se divertir, já que trabalhou tanto na vida, não é?

Enfim, essa notícia mostra que quando eu estiver com 60 anos vou escrever mais colunas do que o normal! Mais informações no site Viaja Mais!

Valeu!

Mochileiro.

No meu ponto de vista, tá faltando criatividade

Em tempos de falta de criatividade na telona, a programação de TV por assinatura vem mostrando como se faz para entreter com qualidade. E o que não faltam são seriados, com roteiros supercriativos, que agradam a todos os gostos. Só para apontar alguns, temos House (maravilhoso), Grey´s Anatomy (divertido), Brothers & Sisters (dramalhão decente), The Big Bang Theory (engraçadíssimo), Californication (Hank é o cara!) e, claro, Lost. Certo, mas toda essa volta foi para desabafar! Pô, bem que o Matthew “Jack” Fox deveria ter arrumado um pretexto melhor pra fugir da ilha do seriado que ele protagoniza. Tô falando do seu novo filme: Ponto de Vista. Num sei o que tanta gente boa viu nesse roteiro. Cara, tem Forest Whitaker, Dennis Quaid e Sigourney “Ripley” Weaver numa historinha cansada sobre um atentado ao Presidente americano na Espanha. O filme mostra o episódio sob vários, adivinhem…pontos de vista. No papel, a premissa até poderia dar um filme “marromeno”, mas a verdade é que na prática não rende grandes coisas.

Bom, essa foi a minha dica-bomba da semana. Aí Hollywood, a pilha tá ficando cara! Vê se vocês mandam pra cá uns filminhos mais interessantes.

Lanterninha.

Acontece até nos melhores vôos

Não sei se vocês estão ligados em um programa que passa na Band toda segunda: CQC (Custe o que custar). É um programa bacana, principalmente um repórter, que se faz de repórter inexperiente, entrevistando gente de todo tipo: desde Gretchen, passando por Márcia Goldshimidt (é assim que se escreve?), até o padre Marcelo Rossi.

Eu encontrei na internet, mais precisamente no youtube, um vídeo desse repórter (Danilo Gentili) falando sobre situações em vôos. Nós, mochileiros, passamos por situações parecidas com a dele em aviões. Vale a pena conferir!

Mochileiro.

“Sim, eu já fui para um forró”

“Vamo sim bora, pra um bar, beber, cair levantar”. Assim diz a máxima de uma das letras de forró que mais toca em fortaleza e, por incrível que pareça, vivenciei uma experência incrível nesta última sexta-feira. Não fui abduzido ou recebi um espírito qualquer. Eu fui para um forró ! ! !

Eu estava sem ter o que fazer, caminhando pelas ruas da cidade e mendingando, como sempre. Quando achei no chão uma cortesia para o Kangalha, uma casa de forró da cidade. Eu não estava em um dos meus melhores trajes mas resolvi arriscar. Afinal, há mais de 9 anos como MenDigo e músico e nunca havia ido a um show de forró.

Não sou nenhum “Rei do Cabaré”, mas confesso que ao adentrar no Kangalha me senti um pouco deslocado a princípio. Cheguei totalmente fora do fuso horário dos forrozeiros, às 21hs. O lugar estava vazio, os garçons jogando conversa fora e os seguranças gigantes já estavam com aquela cara fechada. Para tentar me enturmar pedi uma dose de wisky com redbull. O tempo foi passando, a primeira banda abriu o show tocando para o nada, pois a galera estava chegando aos poucos. E os mais variados tipos começaram a aparecer. Desde as “forrozeiras paty” até aos casais pop com cara de o que estamos fazendo aqui. Tinha até os mauricinhos que para os desavisados poderiam estar em uma reunião de negócios tamanha a arrumação.

Tudo muito tranquilo até a meia-noite. E como num passe de mágica estilo conto de fadas, a carruagem se transforma em abóbora, as “forrozeiras paty” em dançarinas e os “mauricinhos” em desmantelados. Traduzindo, bebo cego se divertindo que nem doido. O mais tímido da turma é capaz de falar até com o vocalista da banda.

Enquanto o “Baleia” rasgava na Locução chamando a próxima banda, aproveitei para ir até o banheiro. Tropecei em um cara que estava bêbado no meio do caminho. Quando saí achei que havia voltado no tempo. Estava ouvindo a mesma música que estava tocando no inicio da festa, mas percebi que a banda tinha mudado, mas a música não.

Um fenômeno muito interessante no mundo do forró é o desapego à autoria musical, uma vez que todo mundo toca música de todo mundo em prol da diversão maior. Até porque lá pelas 2 da manhã a negada não sabe mais se é a Solteirões, Os casadões ou os Divorciadões do forró. O importante é “raparigar”.

Saí de la pelas 3 da madrugada, fui a pé até o terminal. E descobri muitas coisas sobre o forró nesta nova aventura e criei uma pequena lista de dicas para você que quer se transformar em forrozeiro:

- Chegue na festa é sempre à meia-noite
- Faça “as base” em um posto de gasolina, ou melhor na frente de um posto de gasolina já que não se pode mais vender e consumir bebida dentro do posto, segundo a nova lei.
- Use roupas leves o suficiente para não ficar colada no corpo depois de tanto dançar
- Levante a mão com um copo de bebida alcoólica a cada início de música
- Vá solteiro, ou leve a mulher. Em caso de estar namorando leve-à para não ficar só. Em caso de ela ir para um forró só, leve seu chifre para lustrar.
- Lembre-se forrozeiro tem o Fígado Total Flex

E o principal: forrozeiro que é forrozeiro nunca curte totalmente a festa em que está. Parte desta atenção se dedica em propagar e chamar os amigos para próxima festa.

E se você não sabe dançar, não se preocupe. O lance é ter 99% de entrosamento e 1% de descuido. Vou nessa, limpar minha audição ouvindo Choppin ou Bach.

Ah! Sexta que vêm “tamo nóis” de novo, “bebu e cego”, igual um “galo” no Kangalha!!! Não se esqueça: Se for dirigir não beba, mas se for beber me chame. Enquanto isso, vai treinando. Assista a vídeo-aula exclusiva dos JORNALEIROS com o professor Jenival. Se você fizer igual a ele vai arrasar…

Mendigo.

Pode ir tirando o pé da cadeira da frente! Este é um cinema de respeito!

Amigos internautas! Que cês acham da gente falar um pouquinho de cinema nesse blog que parece só falar de música?! Sentiu a provocação, Men? E Digo mais! Falar de cinema é sempre melhor, né não? Eita! Bom internéticos, na verdade quis só fazer uma zuadinha. Os filmes no cinema tão mei fracos. Num tem nada que seja um “vailamideus!”. Então vou fazer diferente: dizer o que vocês não devem assistir. Por favor, longe do 10.000 A.C. Péssimo! Trabalhei em algumas sessões dele, mas se soubesse tinha escolhido O Orfanato, que vi depois e achei muito melhor. Pena que já saiu de cartaz. Bom, logo tô de volta com mais causos. Vi, foi mal! Os causos são do Mochileiro. E eu sou o Lanterninha. Isso mesmo! O Lanterninha! Bom, inté procês! Final do mês tem Homem de Ferro. Expectativa mil! E em maio, o novo Indiana Jones. Expectativa 10.000! Mas não o A.C., por favor!

Lanterninha.

Veja o que um ator é capaz de fazer com Adriana Calcanhoto

Já que meu amigo Mochileiro mandou bem no último vídeo postado com o louco do Matt dançando ao redor do mundo, resolvi postar outro grande vídeo onde a dança está presente. Não é a Dança do Quadrado que aliás não aguento mais…

O ator Raul Franco faz uma interpretação digamos assim, lúdica da música cantada por Adriana Calcanhoto.

Assista ao vídeo! Você vai bolar de rir…

Mendigo.


Matt e a dança

Em uma de minhas paradas nas lanhouses da vida, encontrei um carinha no youtube que sabe viver a vida. Viajar é bom. Escrever colunas na internet é ótimo. Mas nada se compara a DANÇAR!

Com vocês, MATT!

Mochileiro.

Próxima Página »