O Exterminador do Futuro: A Salvação

Amigos eu tenho de ruma. E esses dias um deles, o Carlos, falou pra mim d´O Anticristo, livro do Nietzsche que ele tava lendo. Sua menção ao livro se deu quando me pegou criticando a atitude do Christian Bale de humilhar, aos gritos, um Diretor de Fotografia que atrapalhou a gravação de uma cena do novo O Exterminador do Futuro: A Salvação (Terminator Salvation, 2009), do qual participa.

O Carlos, em defesa do Christian Bale, falou que o Nietzsche discute a compaixão como uma fraqueza, que privilegia, entre outras coisas, o erro. Então o que devemos fazer com o McG, hein?

Calma, na verdade tô só provocando uma infinidade de gente que adora rotular as pessoas. Putz, sei que o carinha (pra quem não sabe, diretor do filme) tá longe de ser um gênio da Sétima Arte. E sei também que ele dirigiu As Panteras. Mas quer saber, que se dane, eu gostei sim do novo Terminator. Ah, cara, legal! Ele toca um projeto que expande a franquia, apresentando novos personagens num enredo que não envergonha a série. Vale lembrar pros que queriam profundidade, que os outros são competentíssimos filmes de ação, com elementos de ficção. E esse cumpre com grande competência seu papel como filme do gênero.

A verdade é que se você encarar o filme como um reinício, tirando o peso do nome Terminator 4 e a responsabilidade de mais uma grande inovação em efeitos visuais, pode encontrar aqui uma ótima diversão. Uma que ainda te traz de aperitivo várias referências aos dois primeiros filmes.

 Ah, os roteiristas também são os mesmo que escreveram o Terminator 3, que foi bem ruinzim. Pô, mas vamo dar uma segunda chance pros caras também. Só tem uma coisa, se pisarem demais na bola a gente esculacha.

Lanterninha.

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